VER & SABER


Mário de Andrade - Poesia

 


Eu sou Trezentos,

sou Trezentos e Cinquenta 

                                          Mário de Andrade

Eu sou trezentos, sou trezentos e cinquenta,
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,
Ôh espelhos, ôh! Pirineus! ôh caiçaras!
Se um deus morrer, irei ao Piauí buscar outro!
  
Abraço no meu leito as melhores palavras,
E os suspiros que dou são violinos alheios;
Eu piso a terra como quem descobre a furto
Nas esquinas, nos táxis, nas camarinhas seus próprios beijos!
  
Eu sou trezentos, sou trezentos e cinquenta,
Mas um dia afinal toparei comigo...
Tenhamos paciência, andorinhas curtas,
Só o esquecimento é que condensa,
E então minha alma servirá de abrigo.



Assista a paródia do filme 300 com este poema de Mário de Andrade, e sátira ao discurso Moderno X Parnasiano, no endereço:  http://www.youtube.com/watch?v=MUG9vZMVDe8



Escrito por profª Sheila Suzano às 19h00
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Palestra de Ana Mae Barbosa

 

Palestra proferida no Encontro Presencial de encerramento da edição 2006 do curso de pós-graduação lato sensu Arteduca: Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas, realizado em 12/07/2007, na Universidade de Brasília.

Vídeos com entrevistas com a arte educadora Ana Mae Barbosa em

http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/TV/2004/09/tvcasintonia20040913-01-001.wm.100.wmv

http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/TV/2004/09/tvcasintonia20040913-01-001.wm.100.wmv

http://imagem.camara.gov.br/internet/midias/TV/2004/09/tvcasintonia20040913-01-003.wm.100.wmv



Categoria: SABER
Escrito por profª Sheila Suzano às 17h56
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Inclusão Digital no ENEM 2009

Questão 10 - Linguagens , Códigos e suas Tecnologias

A sociedade atual testemunha a influência determinante das tecnologias digitais na vida do homem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto, parcelas significativas da população não têm acesso a tais tecnologias. Essa limitação tem pelo menos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores de acesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. A essa problemática, dá-se o nome de exclusão digital. No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos usos pedagógicos das tecnologias de informação, devem estar voltadas principalmente para

 

(A) proporcionar aulas que capacitem os estudantes a montar e desmontar computadores, para garantir a compreensão sobre o que são as tecnologias digitais. 

(B) explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber comentários na internet para desenvolver a interatividade e a análise crítica, promovendo a construção do conhecimento. 

(C) estudar o uso de programas de processamento para imagens e vídeos de alta complexidade para capacitar profissionais em tecnologia digital. 

(D)  exercitar a navegação pela rede em busca de jogos que possam ser “baixados” gratuitamente para serem utilizados como entretenimento. 

(E) estimular as habilidades psicomotoras relacionadas ao uso físico do computador,  como mouse, teclado, monitor etc.


Habilidade 30 – Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

Questão 10 - gabarito: B



Categoria: FAZER
Escrito por profª Sheila Suzano às 10h09
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Artes no ENEM 2009

Figura 1

Figura 2


Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que

(A) os materiais e as ferramentas usados na confecção do mobiliário de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confecção do mobiliário do reinado de D. João VI, determinaram a estética das cadeiras.

(B) as formas predominantes no mobiliário de Fernando e Humberto Campana são complexas, enquanto que as formas do mobiliário do reinado de D. João VI são simples, geométricas e elásticas.

(C) o artesanato é o atual processo de criação de mobiliários empregado por Fernando e Humberto Campana, enquanto que o mobiliário do reinado de D. João VI foi industrial.

(D) ao longo do tempo, desde o reinado de D. João VI, o mobiliário foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade técnica e a sensibilidade estética de uma sociedade.

(E) o mobiliário de Fernando e Humberto Campana, ao contrário daquele do reinado de D. João VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a função em detrimento da forma.


Habilidade 13 – Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.

Questão 3 – gabarito: D



Categoria: FAZER
Escrito por profª Sheila Suzano às 09h15
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TÉCNICA PARA DESENVOLVER A CRIATIVIDADE

 

 O engenheiro Jairo Siqueira é expert em técnicas para desenvolver o processo criativo. 

Para Siqueiros o processo criativo tem sete princípios:

1- ter atitude

2- desafiar suposições

3- quebrar regras

4- não ter medo de errar

5- considerar que há mais de uma opção correta

6- evitar julgamentos

7- persistir.

Quais são os mais importantes?

 JAIRO SIQUEIRA: Em primeiro lugar, ter atitude. Se a pessoa não apostar na sua ideia, os outros seis princípios serão inúteis. Já o segundo mais importante é não ter medo de errar. O receio de fracassar e parecer incompetente nos leva a desistir antes mesmo de começar. Se a atitude é a centelha que acende a nossa imaginação, o medo é a água fria que a apaga.

Como o pensamento crítico pode ser um aliado da criatividade?

 SIQUEIRA: Ele é útil em dois estágios do processo criativo: no início, quando enfrentamos as suposições e preconceitos que bloqueiam os esforços de inovação, e no fim, quando temos de julgar o valor de diferentes ideias e tomar decisões. O pensamento crítico não deve acabar com as ideias, mas sim apontar como as melhores podem ser aprimoradas.

Por que sofremos bloqueios criativos?

 SIQUEIRA: Os bloqueios nos impedem de perceber corretamente um problema ou conceber uma solução. Enquanto alguns são criados por nós mesmos, motivados por temores, percepções, experiências e emoções, outros são fruto do ambiente, seja por preconceitos, tradição, regras, falta de apoio ou conformismo.

Como criatividade e inteligência se relacionam?

 SIQUEIRA: Segundo o psicólogo cognitivo Howard Gardner, criatividade não é resultado apenas do nosso Nível de inteligência, mas do nosso perfile da escolha de um campo de atividade compatível com ele. Ou seja: a criatividade floresce quando seguimos nossa vocação e aplicamos nossos talentos.

 

Fontes: Jornal O GLOBO e o site www.criatividadeaplicada.com

 

 



Categoria: SABER
Escrito por profª Sheila Suzano às 08h53
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Árvore de Natal Artesanal

 

 



Categoria: PORTFOLIO
Escrito por profª Sheila Suzano às 20h18
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O que é um projeto pedagógico em artes visuais?

De acordo com as diretrizes curriculares para os cursos de artes visuais, uma das competências que se espera do aluno licenciado nestes cursos é a de ser capaz de desenvolver Projetos Pedagógicos em Artes Visuais. Ou seja, o aluno deve estar apto a desenvolver propostas para projetos pedagógicos de cursos e conteúdos curriculares contemplando as especificidades da área de artes visuais (área em que ele é formado), nos moldes do que é apresentado como necessidades mínimas nas diretrizes para sua própria formação.

Há diversas formas de se desenvolver Projetos Pedagógicos nas diversas áreas de conhecimento. As Diretrizes Curriculares de Artes Visuais, sistematizadas pela Comissão de Especialistas de Ensino de Artes Visuais da SESu/MEC são, em linhas gerais, as orientações para o desenvolvimento de projetos pedagógicos consistentes e coerentes com a própria formação do profissional de artes visuais, procurando atender uma visão de formação contemplando as especificidades da área. Assim, o planejamento de um curso ou unidade de conteúdo, em Artes Visuais, é um arranjo de ações/atitudes/proposições para atender a uma proposição mínima de formação que, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização, abranjam os elementos estruturais e possa ajudar a construir um percurso.

I – Objetivos.

Nas diretrizes curriculares de artes visuais é chamado de “Objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções: institucional, política, geográfica e social”.

Em linhas gerais, uma proposta consistente de projeto pedagógico parte que uma questão clara: o que se pretende ter sido alcançado ao fim do curso (unidade)? Tendo claro de onde se partiu no início do processo, onde, ao fim do percurso, terá o aluno chegado, em termos de resultados?

Já os objetivos específicos são mais detalhados, mais delimitados quanto que se pretende ou que se espera que tenha se modificado, no aluno, após ter percorrido este percurso proposto. Ou seja: O que será alterado, no aluno, após terminar este curso planejado?

II – Justificativa.

A justificativa é, necessariamente, uma contextualização dos motivos que “explicam” a necessidade de se desenvolver uma proposta de projeto pedagógico daquela forma que está sendo feita. Diferente dos objetivos, que são o “aonde” se quer chegar, na justificativa deve estar claro o “por que” é importante chegar neste “lugar”. O que explica que seja necessário desenvolver esta proposta?

Nela se encaixam, também, o que, nas diretrizes, é chamado de “condições objetivas de oferta e a vocação do curso” e o contexto de apresentação da proposta do projeto que pode, também, ser um item em separado, ai chamado de “introdução” ou “contextualização”. Uma justificativa bem escrita já é, em si, a introdução de um trabalho de projeto pedagógico, porém a separação dos itens pode ser necessária para um maior entendimento de algumas propostas.

Justificativas consistentes têm bases teóricas que dão suporte à argumentação utilizada para defesa de uma proposta de projeto pedagógico. Nada, numa proposta pedagógica séria, é “porque sim”. A presença, ou não, de uma visão, idéia, teoria, método etc. deve estar diretamente relacionada e embasada em argumentações consistentes, apoiadas por teoria adequada que valide a proposição.

III – Cronograma.

Nas Diretrizes Curriculares dos Cursos de Artes Visuais, vemos um item que se chama “Cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso”. Este item, que também poderia ser chamado de “cronograma”, mais do que um calendário, com datas inflexíveis, o cronograma detalha justamente essas informações. Carga horária das atividades, descrição do modo como serão desenvolvidas, seqüenciamento das etapas/conteúdos, se são, ou não, pré-requisitos para etapas seguintes e se é necessário haver, ou não, conhecimentos anteriores para seu desenvolvimento.

Em muitas propostas há, por exemplo, a necessidade de haver conhecimentos específicos anteriores. Por exemplo, se é a elaboração de uma proposta a ser desenvolvida em ensino médio, é necessário haver, previamente presentes, os conhecimentos do ensino fundamental. Pode ser interessante proporcionar um nivelamento de conhecimentos mínimos essenciais para o desenvolvimento da proposta que está sendo elaborada. Enfim, cronograma é o detalhamento mesmo, da previsão do processo. Pode (E deve!) ser flexível e trabalhar com valores percentuais e não absolutos, porém deve ser claro o suficiente para servir base para o estabelecimento dos critérios de avaliação, a serem desenvolvidos como auxiliares do processo pedagógico.

IV – Metodologia.

Neste campo deve ser descrita, detalhada e embasadamente, a forma como se pretendem trabalhar os conteúdos, dentro deste projeto pedagógico, a fim de atender os objetivos, reflexos da justificativa. Ou seja, a metodologia é a forma escolhida para processarem-se as ações que vão levar ao atendimento do que se espera ser atingido ao fim do processo.

A escolha do método de trabalho a ser utilizado é importante, nos projetos pedagógicos, no sentido de que é pela aplicação correta do método que se alcançam os objetivos. Há uma série de métodos possíveis, a serem usados como base de trabalho em propostas pedagógicas consistentes, é importante refletir, antecipadamente, sobre o(s) mais adequado(s) ao que está sendo proposto pelo projeto pedagógico que está sendo desenvolvido.

Algumas metodologias privilegiam um determinado aspecto. Em outras, outro, ou outros aspecto(s) é o mais evidenciado. Por isso, antes de escolher uma metodologia, é necessário conhecer, e bem, as possibilidades, objetivos, bases teóricas e, principalmente, características de pontos, fortes e/ou fracos, das propostas existentes e conhecidas.

A presença da interdisciplinaridade nas propostas pedagógicas atuais tem sido notada como uma constante. O mesmo se repete nas diretrizes curriculares de artes visuais. Uma proposta de projeto pedagógico pode não ser feita com esta visão, e mesmo pode não pretender contemplar a interdisciplinaridade, porém as propostas em consonância com as diretrizes curriculares que, como já dito, orientam os projetos pedagógicos dos cursos de formação em artes visuais, têm se mostrado mais coerentes e efetivas no atendimento das necessidades contemporâneas de processos educativos mais efetivamente consistentes.

Trabalhar com interdisciplinaridade é bem mais amplo que “trabalhar com várias disciplinas” e entende que a mesma só se processa de houver, além do trabalho, uma real interação entre as áreas de conhecimento, no sentido de atendimento dos objetivos. Nas diretrizes Curriculares o item “Formas de realização da interdisciplinaridade” pede que sejam esclarecidas as proposições para que a interdisciplinaridade possa efetivamente ser contemplada.

V – Modos de integração entre teoria e prática.

Os projetos pedagógicos bem desenvolvidos devem apresentar bem definidas as separações e especificidades dos aspectos teóricos e práticos de um curso ou unidade de conhecimento, que esteja sendo tratado na proposta, assim como as formas de proporcionar a integração de ambas as áreas garantindo o atendimento dos objetivos da proposta.

Não é necessário haver, num projeto pedagógico, um item específico para este fim, se a proposta de trabalho contemplar uma temática em uma das áreas somente, mas é interessante, mesmo nestas ocasiões, ter ciência da necessária integração entre teoria e prática, mesmo que esta seja esperada como conseqüência do aprendizado.

Por exemplo, um curso/proposta de aprendizagem de uma técnica em especial, como uma técnica de pintura, pode não proporcionar, naquele momento, a integração com a teoria da pintura, mas é certo que deve refletir, como proposta, uma base teórica que sustenta o aprendizado e prática daquela técnica. O mesmo em sentido contrário. Uma teoria aprendida deve, em essência, proporcionar reflexos na prática á partir deste aprendizado.

VI – Avaliação.

As “Formas de avaliação do ensino e da aprendizagem”, faladas nas diretrizes curriculares é o item que costumamos chamar, de forma mais simplificada, de avaliação.

A avaliação, com seus critérios que devem ser bem claros, é o que permite, ao fim da aplicação do projeto pedagógico, dimensionar se os objetivos foram, ou não, atendidos ao longo da proposta. Apresentadas num projeto pedagógico, as formas de avaliação são variáveis e tantas quantas forem possíveis de acordo com os objetivos.

No entanto avaliação não é, nem deve ser “prêmio” ou “punição”. Cumprir uma etapa de uma proposta só deve merecer atribuição de valores se isto o cumprimento da etapa for condição para atendimento dos objetivos traçados originalmente.

Avaliar tem sido ao longo do tempo uma das principais dificuldades dos profissionais de educação. De arte/educação inclusive. Tanto que existem vários e vários volumes escritos sobre o tema. Independente do tipo que seja escolhido para avaliar uma proposta é importante ter em mente que a clareza de critérios de avaliação é fator preponderante de sucesso de uma proposta pedagógica. Qualquer uma. Para avaliar é preciso saber o que avaliar!

VII – Bibliografia

A bibliografia é uma listagem dos documentos utilizados como referência na construção da proposta de projeto pedagógico. É pela bibliografia selecionada que se constroem as bases de sustentação teórica com que a proposta dialoga para efetiva construção de conhecimento depois de realizado o percurso.

Há normas para a citação bibliográfica para os diversos tipos de materiais que podem ser vir de base de uma proposta. Livros, revistas, sites, discos e demais suportes e dispositivos multimídia, enfim, qualquer material utilizado como referenciação em uma proposta deve ser listado na bibliografia na forma como regulamente a ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas.

VIII – Esquema simplificado

Cada uma das áreas de um projeto pedagógico deve, em essência, atender e responder a uma questão específica:

  1. “onde estou?” – introdução.
  2. “onde quero chegar?” – objetivos.
  3. “por que fazer?” – justificativa.
  4. “o quê fazer?” – cronograma.
  5. “como fazer?” – metodologia.
  6. “deu certo?” – avaliação.
  7. “quem me ajuda?” – bibliografia

Um bom projeto pedagógico elabora e procura responder a estas perguntas como forma de roteiro ao percurso a ser percorrido na aplicação do projeto.

 


Jurema Sampaio é Mestre em Artes Visuais, especialista em Ensino e Produção de Arte, licenciada em Arte-Educação, Desenho e Artes Plásticas (PUC-Campinas). Atualmente cursa Doutorado. Professora Universitária.

http://aguarras.com.br/2009/08/24/o-que-e-um-projeto-pedagogico-em-artes-visuais/



Categoria: FAZER
Escrito por profª Sheila Suzano às 20h44
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Paulo Freire e a Educação



Categoria: SABER
Escrito por profª Sheila Suzano às 16h42
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Crie seu próprio personagem em formato cartoon!



Categoria: FAZER
Escrito por profª Sheila Suzano às 09h52
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Categoria: VER
Escrito por profª Sheila Suzano às 09h32
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