VER & SABER

ARTES



 
 

A Verdade (Carlos Drummond de Andrade)

 


A Verdade
(Carlos Drummond de Andrade)
A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.
E a sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.
Era dividida em metades
diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 00:43
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Tarcila e Oswald



Escrito por profª Sheila Suzano às 22:11
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Musica Mãe Natureza (Macucos)

 

 

Mãe!

És ó mãe natureza,

não deixe o homem te destruir!

Dona da força e da vida,

teu oxigênio mora em mim!

Verde, que te quero verde,

e o azul, somente o das ondas do meu mar!

Verde, que te quero verde,

o prata das águas da chuva!

Verde, que te quero verde,

e o amarelo, o ouro amarelo do rei Sol!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

In natura mãe,

não morre assim!

Natureza mãe,

vem nos salvar!

In natura mãe,

não morre assim,não!

Natureza mãe,

vem nos salvar!


Mãe!

És ó mãe natureza,

não deixe o homem te destruir!

Dona da força e da vida (vida),

teu oxigênio mora em mim!

Verde, que te quero verde,

e o azul, somente o das ondas do meu mar!

Verde, que te quero verde,

o prata das águas da chuva!

Verde, que te quero verde,

e o amarelo, o ouro amarelo do rei Sol!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

In natura mãe,

não morre assim!

Natureza mãe,

vem nos salvar!

Imatura mãe,

não morre assim, não!

Natureza mãe,

vem nos salvar!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

Não se ouve mais o canto de um sabiá,

não se sente o perfume da mais linda flor,

não se vê o vôo livre, leve,

solto parado em pleno ar,

de um beija-flor!

In natura mãe,

não morre assim!

Natureza mãe,

vem nos salvar!

In natura mãe,

não morre assim, não!

Natureza mãe,

vem nos salvar!

não morre assim!
Jah, Jah! Vem nos salvar!

 não morre assim, não!
Jah, Jah! Vem nos salvar! 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:17
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Grafismo Indígena: Asurini do Xingu

Courtesy TerritorioScuola



Escrito por profª Sheila Suzano às 05:31
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Futebol é Arte?

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 07:50
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Arte com fita adesiva

 

O artista ucraniano Mark Khaisman, de 51 anos, descobriu como unir seu trabalho à sua paixão pelo cinema: ele recria cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva.


Sobrepondo pedaços do material e, depois, aplicando-os sobre um painel iluminado, ele recria os efeitos de luz e sombra de cada cena. Khaisman, que é radicado na Filadélfia, nos Estados Unidos, chega a usar até cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada quadro.

 

Clássicos do cinema noir (como "O Anjo Mau") e filmes de suspense ("Os 39 Degraus", de Alfred Hitchcock) são seus favoritos, mas ele também faz retratos de pessoas e objetos com o mesmo material. Cada obra sua é vendida por até US$ 10 mil.

 

Fonte: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/filmes-fita-adesiva-arte_album.jhtm?abrefoto=1

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:12
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D João Capítulo 01



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:47
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D João no Brasil capítulo 02



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:46
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D João no Brasil capítulo 03



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:35
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D João no Brasil capítulo 04



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:34
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D João no Brasil capítulo 05



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:32
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D Joao no Brasil capítulo 06



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:30
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D João no Brasil capítulo 07



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:28
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D João no Brasil capítulo 08



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:26
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D João no Brasil capítulo 09



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:23
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D. João no Brasil caítulo 10



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:21
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D. João no Brasil capítulo11



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:19
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D João no brasil capítulo12



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:08
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Toy Art mania



Escrito por profª Sheila Suzano às 21:09
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Animação sobre a guerra de Canudos



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:00
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Música e Poesia

Ninguém = Ninguém

Há tantos quadros na parede
Há tantas formas de se ver o mesmo quadro
Há tanta gente pelas ruas
Há tantas ruas e nenhuma é igual a outra
Ninguém = ninguém
Me espanta que tanta gente sinta
(se é que sente) a mesma indiferença

Há tantos quadros na parede
Há tantas formas de se ver o mesmo quadro
Há palavras que nunca são ditas
Há muitas vozes repetindo a mesma frase:
Ninguém = ninguém
Me espanta que tanta gente minta
(descaradamente) a mesma mentira

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros

Há pouca água e muita sede
Uma represa, um apartheid
(a vida seca, os olhos úmidos)

Entre duas pessoas
Entre quatro paredes
Tudo fica claro
Ninguém fica indiferente
Ninguém = ninguém
Me assusta que justamente agora
Todo mundo (tanta gente) tenha ido embora

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros

O que me encanta é que tanta gente
Sinta (se é que sente)
Ou
Minta (desesperadamente)
Da mesma forma

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros
tão desiguais...
tão desiguais...


Música dos Engenheiros do Hawaii



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:57
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Sinestesia e Poesia

Vamos ouvir "Ora direis ouvir estrelas!" poesia de Olavo Bilac em http://www.sentimentocronico.prosaeverso.net/audio.php?cod=20120

Vamos ver o programa Os Super-Humanos - Sinestesia. E conheça pessoas que ao escutar certos sons veem cores e sentem sabores.

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=os-superhumanos--sinestesia-04023068C4B93346/user=yaq680z51683/date=2009-06-05&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:33
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retinas fatigadas

Pedra filosofal - I

 

Carlos Drummond de Andrade

No Meio do Caminho

 

 

 

No meio do caminho tinha uma pedra

 

Tinha uma pedra no meio do caminho

 

Tinha uma pedra

 

No meio do caminho tinha uma pedra.

 

 

 

Nunca me esquecerei desse acontecimento

 

Na vida de minhas retinas tão fatigadas.

 

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

 

Tinha uma pedra

 

Tinha uma pedra no meio do caminho

 

No meio do caminho tinha uma pedra.

 

 

 

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:40
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Os Gêmeos em ação



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:44
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Vik e Narciso



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:34
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Influência francesa na cultura brasileira



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:37
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MONALISA COM HAMBURGUERES



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:01
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O Papel e a Tinta

Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas extremamente iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia escrito uma porção de palavras em toda a folha.

- Será que você não podia ter me poupado esta humilhação? Disse, furiosa, a folha de papel para a tinta.

- Espere! Respondeu a tinta. ““ Eu não estraguei você. Eu cobri você de palavras. Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas, sim, uma mensagem. Você é a guardiã do pensamento humano. Você se transformou num documento precioso.

E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para jogá-las na lareira. Mas, subitamente, reparou na folha escrita com tinta, e, então, jogou fora todas as outras, guardando apenas a que continha a mensagem escrita.

Leonardo da Vinci
(Fábulas, Fo. III 27 r.)



Escrito por profª Sheila Suzano às 15:44
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Rap Direitos Humanos

 MODÉSTIA À PARTE - DIREITOS HUMANOS



Escrito por profª Sheila Suzano às 14:20
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Poema "Eu etiqueta" de Carlos Drummond de Andrade



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:13
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