VER & SABER

ARTES



 
 

Arte com fita adesiva

 

O artista ucraniano Mark Khaisman, de 51 anos, descobriu como unir seu trabalho à sua paixão pelo cinema: ele recria cenas de seus filmes favoritos usando apenas fita adesiva.


Sobrepondo pedaços do material e, depois, aplicando-os sobre um painel iluminado, ele recria os efeitos de luz e sombra de cada cena. Khaisman, que é radicado na Filadélfia, nos Estados Unidos, chega a usar até cem metros de fita e passa em média uma semana para realizar cada quadro.

 

Clássicos do cinema noir (como "O Anjo Mau") e filmes de suspense ("Os 39 Degraus", de Alfred Hitchcock) são seus favoritos, mas ele também faz retratos de pessoas e objetos com o mesmo material. Cada obra sua é vendida por até US$ 10 mil.

 

Fonte: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/filmes-fita-adesiva-arte_album.jhtm?abrefoto=1

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:12
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João Capítulo 01



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:47
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 02



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:46
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 03



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 04



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:34
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 05



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:32
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D Joao no Brasil capítulo 06



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:30
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 07



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:28
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 08



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:26
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no Brasil capítulo 09



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:23
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D. João no Brasil caítulo 10



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:21
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D. João no Brasil capítulo11



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:19
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

D João no brasil capítulo12



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:08
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Toy Art mania



Escrito por profª Sheila Suzano às 21:09
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Animação sobre a guerra de Canudos



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:00
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Música e Poesia

Ninguém = Ninguém

Há tantos quadros na parede
Há tantas formas de se ver o mesmo quadro
Há tanta gente pelas ruas
Há tantas ruas e nenhuma é igual a outra
Ninguém = ninguém
Me espanta que tanta gente sinta
(se é que sente) a mesma indiferença

Há tantos quadros na parede
Há tantas formas de se ver o mesmo quadro
Há palavras que nunca são ditas
Há muitas vozes repetindo a mesma frase:
Ninguém = ninguém
Me espanta que tanta gente minta
(descaradamente) a mesma mentira

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros

Há pouca água e muita sede
Uma represa, um apartheid
(a vida seca, os olhos úmidos)

Entre duas pessoas
Entre quatro paredes
Tudo fica claro
Ninguém fica indiferente
Ninguém = ninguém
Me assusta que justamente agora
Todo mundo (tanta gente) tenha ido embora

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros

O que me encanta é que tanta gente
Sinta (se é que sente)
Ou
Minta (desesperadamente)
Da mesma forma

Todos iguais
Todos iguais
mas uns mais iguais que os outros
tão desiguais...
tão desiguais...


Música dos Engenheiros do Hawaii



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:57
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Sinestesia e Poesia

Vamos ouvir "Ora direis ouvir estrelas!" poesia de Olavo Bilac em http://www.sentimentocronico.prosaeverso.net/audio.php?cod=20120

Vamos ver o programa Os Super-Humanos - Sinestesia. E conheça pessoas que ao escutar certos sons veem cores e sentem sabores.

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=os-superhumanos--sinestesia-04023068C4B93346/user=yaq680z51683/date=2009-06-05&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:33
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

retinas fatigadas

Pedra filosofal - I

 

Carlos Drummond de Andrade

No Meio do Caminho

 

 

 

No meio do caminho tinha uma pedra

 

Tinha uma pedra no meio do caminho

 

Tinha uma pedra

 

No meio do caminho tinha uma pedra.

 

 

 

Nunca me esquecerei desse acontecimento

 

Na vida de minhas retinas tão fatigadas.

 

Nunca me esquecerei que no meio do caminho

 

Tinha uma pedra

 

Tinha uma pedra no meio do caminho

 

No meio do caminho tinha uma pedra.

 

 

 

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:40
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Os Gêmeos em ação



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:44
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Vik e Narciso



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:34
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

Influência francesa na cultura brasileira



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:37
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 
 

MONALISA COM HAMBURGUERES



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:01
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




O Papel e a Tinta

Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas extremamente iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia escrito uma porção de palavras em toda a folha.

- Será que você não podia ter me poupado esta humilhação? Disse, furiosa, a folha de papel para a tinta.

- Espere! Respondeu a tinta. ““ Eu não estraguei você. Eu cobri você de palavras. Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas, sim, uma mensagem. Você é a guardiã do pensamento humano. Você se transformou num documento precioso.

E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para jogá-las na lareira. Mas, subitamente, reparou na folha escrita com tinta, e, então, jogou fora todas as outras, guardando apenas a que continha a mensagem escrita.

Leonardo da Vinci
(Fábulas, Fo. III 27 r.)



Escrito por profª Sheila Suzano às 15:44
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Rap Direitos Humanos

 MODÉSTIA À PARTE - DIREITOS HUMANOS



Escrito por profª Sheila Suzano às 14:20
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Poema "Eu etiqueta" de Carlos Drummond de Andrade



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Pedra Filosofal



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:35
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Caminho das Pedras: A vida adulta das HQs

 

 

26/10/2004 - 03h06

Waldomiro Vergueiro

especial para a Folha de S.Paulo

 

 

Surgidas como produto de massa no final do século 19, as histórias em quadrinhos marcaram o século 20 por suas cenas hilariantes, suas imagens multicoloridas, suas aventuras rocambolescas e seus heróis espalhafatosos. Fascinaram gerações, que as acompanharam pelos jornais, ultrapassaram os limites do mercado norte-americano e conquistaram o mundo, gerando indústrias autóctones, numa incontável variedade de títulos e gêneros.

  

Resistiram aos novos meios de comunicação, utilizando a indústria em seu benefício: viraram filmes, desenhos animados, programas de rádio, jogos de videogame, RPGs, romances, brinquedos etc. Aos poucos, deixaram o mundo do entretenimento e invadiram as escolas, driblando preconceitos de pais e educadores. Hoje, com a internet e os meios de comunicação eletrônica, tentam se adaptar a uma situação ainda indefinida. Conseguirão as HQs sobreviver?

 

A resposta está ligada a uma das razões do sucesso comercial dos quadrinhos -a comunicação pela imagem desenhada, aspecto presente na história do homem desde as pinturas rupestres. Com o aparecimento da escrita e o posterior advento da imprensa, a imagem desenhada tornou-se uma das formas mais difundidas de comunicação popular, em jornais, folhetos e painéis ilustrados. Virou uma panacéia ilustrada que tanto dava asas ao imaginário coletivo como expressava descontentamento com a estrutura social e política dominante.

 

Os quadrinhos tiveram seu berço na caricatura, na sátira política e na crítica de costumes, pela consagração de artistas do porte de Gustave Doré, William Hogarth e Ângelo Agostini, e beberam na fonte da literatura infantil ilustrada, na qual pontificaram Wilhelm Busch, Rudolph Töpfer e Georges Colomb (Christophe).

 

Estabelecidas como linguagem pela contribuição do humor gráfico e da ilustração infantil, as HQs foram transformadas pelos norte-americanos em produto de massa. Foram chamadas inicialmente de "funnies", depois de "comics" e, por fim, de "comic books". Essas últimas denominações ainda predominam em inglês, embora a temática humorística já não represente com exclusividade o meio.

 

As revistas popularizaram ainda mais as HQs, mas também as marcaram como linguagem para crianças. Nelas surgiram os super-heróis, verdadeiros mitos modernos, que disseminaram a ideologia americana. Após a Segunda Guerra Mundial, os quadrinhos incorporaram novos gêneros, numa constante escalada de popularidade. Mas, com os novos gêneros, veio a execração pública, com a acusação de perverterem os adolescentes e de conduzirem seus leitores à preguiça mental.

 

As campanhas difamatórias e o aparecimento de um pujante meio de comunicação de massa, a televisão, trouxeram aos quadrinhos momentos de dificuldade, superados por autores e editores em cinco décadas de luta. As lojas especializadas, que se multiplicaram no final dos anos 70, trouxeram alento para a área, mas não colaboraram para a renovação de leitores. Enquanto isso, as "graphic novels" buscaram um público adulto, tendência explorada por fanzines e revistas alternativas.

 

Os quadrinhos iniciam o século 21 em busca de amadurecimento, de legitimação como linguagem artística e de ampliação de seu público para camadas mais eruditas. Ao mesmo tempo, a comunicação eletrônica levou os quadrinhos a recorrer a uma linguagem híbrida, em que elementos tradicionais da linguagem gráfica seqüencial convivem com contribuições oriundas da informática, da animação e do cinema.

 

Waldomiro Vergueiro, 48, é professor da disciplina "Oficina de leitura crítica de HQs", da ECA-USP. Organizou "Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula" (Contexto).

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 21:07
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






Escrito por profª Sheila Suzano às 18:54
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
    Categorias
      Todas as Categorias
      VER
      PORTFOLIO
      ARTES
      FAZER
      SABER
    Outros sites
      EducaRede
      C E André Maurois
      Elementos da Arte Visual
      Biblioteca de Cores/Imagens
      Mistura de cores
      esquema de cores
      Cor e Emoção
      Enciclopédia de arte
      História da Arte
      Livro Didático Público
      Jogo olhos da Arte
      Arte BR
      A última Ceia interativa
      tipologias free
      HAGÁQUÊ
       Enem: a leitura da imagem
      Ensinar Artes Vsuais
      Arte Educação
      Arte Matemática
      Alfabetização Visual
      Língua Portuguesa /Vídeo
      BOL - E-mail grátis
      UOL - O melhor conteúdo
      Contos-Mídias
      Consciência Ambiental
      Prática Ambiental
      Aquecimento Global
      Mulheres do Século XIX e XXI
      Cabe + uma mídia
    Votação
      Dê uma nota para meu blog