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FAZER



Inclusão Digital no ENEM 2009

Questão 10 - Linguagens , Códigos e suas Tecnologias

A sociedade atual testemunha a influência determinante das tecnologias digitais na vida do homem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto, parcelas significativas da população não têm acesso a tais tecnologias. Essa limitação tem pelo menos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores de acesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. A essa problemática, dá-se o nome de exclusão digital. No contexto das políticas de inclusão digital, as escolas, nos usos pedagógicos das tecnologias de informação, devem estar voltadas principalmente para

 

(A) proporcionar aulas que capacitem os estudantes a montar e desmontar computadores, para garantir a compreensão sobre o que são as tecnologias digitais. 

(B) explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber comentários na internet para desenvolver a interatividade e a análise crítica, promovendo a construção do conhecimento. 

(C) estudar o uso de programas de processamento para imagens e vídeos de alta complexidade para capacitar profissionais em tecnologia digital. 

(D)  exercitar a navegação pela rede em busca de jogos que possam ser “baixados” gratuitamente para serem utilizados como entretenimento. 

(E) estimular as habilidades psicomotoras relacionadas ao uso físico do computador,  como mouse, teclado, monitor etc.


Habilidade 30 – Relacionar as tecnologias de comunicação e informação ao desenvolvimento das sociedades e ao conhecimento que elas produzem.

Questão 10 - gabarito: B



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:09
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Artes no ENEM 2009

Figura 1

Figura 2


Comparando as figuras, que apresentam mobiliários de épocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobiliário do reinado de D. João VI, pode-se afirmar que

(A) os materiais e as ferramentas usados na confecção do mobiliário de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confecção do mobiliário do reinado de D. João VI, determinaram a estética das cadeiras.

(B) as formas predominantes no mobiliário de Fernando e Humberto Campana são complexas, enquanto que as formas do mobiliário do reinado de D. João VI são simples, geométricas e elásticas.

(C) o artesanato é o atual processo de criação de mobiliários empregado por Fernando e Humberto Campana, enquanto que o mobiliário do reinado de D. João VI foi industrial.

(D) ao longo do tempo, desde o reinado de D. João VI, o mobiliário foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade técnica e a sensibilidade estética de uma sociedade.

(E) o mobiliário de Fernando e Humberto Campana, ao contrário daquele do reinado de D. João VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a função em detrimento da forma.


Habilidade 13 – Analisar as diversas produções artísticas como meio de explicar diferentes culturas, padrões de beleza e preconceitos.

Questão 3 – gabarito: D



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:15
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O que é um projeto pedagógico em artes visuais?

De acordo com as diretrizes curriculares para os cursos de artes visuais, uma das competências que se espera do aluno licenciado nestes cursos é a de ser capaz de desenvolver Projetos Pedagógicos em Artes Visuais. Ou seja, o aluno deve estar apto a desenvolver propostas para projetos pedagógicos de cursos e conteúdos curriculares contemplando as especificidades da área de artes visuais (área em que ele é formado), nos moldes do que é apresentado como necessidades mínimas nas diretrizes para sua própria formação.

Há diversas formas de se desenvolver Projetos Pedagógicos nas diversas áreas de conhecimento. As Diretrizes Curriculares de Artes Visuais, sistematizadas pela Comissão de Especialistas de Ensino de Artes Visuais da SESu/MEC são, em linhas gerais, as orientações para o desenvolvimento de projetos pedagógicos consistentes e coerentes com a própria formação do profissional de artes visuais, procurando atender uma visão de formação contemplando as especificidades da área. Assim, o planejamento de um curso ou unidade de conteúdo, em Artes Visuais, é um arranjo de ações/atitudes/proposições para atender a uma proposição mínima de formação que, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização, abranjam os elementos estruturais e possa ajudar a construir um percurso.

I – Objetivos.

Nas diretrizes curriculares de artes visuais é chamado de “Objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções: institucional, política, geográfica e social”.

Em linhas gerais, uma proposta consistente de projeto pedagógico parte que uma questão clara: o que se pretende ter sido alcançado ao fim do curso (unidade)? Tendo claro de onde se partiu no início do processo, onde, ao fim do percurso, terá o aluno chegado, em termos de resultados?

Já os objetivos específicos são mais detalhados, mais delimitados quanto que se pretende ou que se espera que tenha se modificado, no aluno, após ter percorrido este percurso proposto. Ou seja: O que será alterado, no aluno, após terminar este curso planejado?

II – Justificativa.

A justificativa é, necessariamente, uma contextualização dos motivos que “explicam” a necessidade de se desenvolver uma proposta de projeto pedagógico daquela forma que está sendo feita. Diferente dos objetivos, que são o “aonde” se quer chegar, na justificativa deve estar claro o “por que” é importante chegar neste “lugar”. O que explica que seja necessário desenvolver esta proposta?

Nela se encaixam, também, o que, nas diretrizes, é chamado de “condições objetivas de oferta e a vocação do curso” e o contexto de apresentação da proposta do projeto que pode, também, ser um item em separado, ai chamado de “introdução” ou “contextualização”. Uma justificativa bem escrita já é, em si, a introdução de um trabalho de projeto pedagógico, porém a separação dos itens pode ser necessária para um maior entendimento de algumas propostas.

Justificativas consistentes têm bases teóricas que dão suporte à argumentação utilizada para defesa de uma proposta de projeto pedagógico. Nada, numa proposta pedagógica séria, é “porque sim”. A presença, ou não, de uma visão, idéia, teoria, método etc. deve estar diretamente relacionada e embasada em argumentações consistentes, apoiadas por teoria adequada que valide a proposição.

III – Cronograma.

Nas Diretrizes Curriculares dos Cursos de Artes Visuais, vemos um item que se chama “Cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso”. Este item, que também poderia ser chamado de “cronograma”, mais do que um calendário, com datas inflexíveis, o cronograma detalha justamente essas informações. Carga horária das atividades, descrição do modo como serão desenvolvidas, seqüenciamento das etapas/conteúdos, se são, ou não, pré-requisitos para etapas seguintes e se é necessário haver, ou não, conhecimentos anteriores para seu desenvolvimento.

Em muitas propostas há, por exemplo, a necessidade de haver conhecimentos específicos anteriores. Por exemplo, se é a elaboração de uma proposta a ser desenvolvida em ensino médio, é necessário haver, previamente presentes, os conhecimentos do ensino fundamental. Pode ser interessante proporcionar um nivelamento de conhecimentos mínimos essenciais para o desenvolvimento da proposta que está sendo elaborada. Enfim, cronograma é o detalhamento mesmo, da previsão do processo. Pode (E deve!) ser flexível e trabalhar com valores percentuais e não absolutos, porém deve ser claro o suficiente para servir base para o estabelecimento dos critérios de avaliação, a serem desenvolvidos como auxiliares do processo pedagógico.

IV – Metodologia.

Neste campo deve ser descrita, detalhada e embasadamente, a forma como se pretendem trabalhar os conteúdos, dentro deste projeto pedagógico, a fim de atender os objetivos, reflexos da justificativa. Ou seja, a metodologia é a forma escolhida para processarem-se as ações que vão levar ao atendimento do que se espera ser atingido ao fim do processo.

A escolha do método de trabalho a ser utilizado é importante, nos projetos pedagógicos, no sentido de que é pela aplicação correta do método que se alcançam os objetivos. Há uma série de métodos possíveis, a serem usados como base de trabalho em propostas pedagógicas consistentes, é importante refletir, antecipadamente, sobre o(s) mais adequado(s) ao que está sendo proposto pelo projeto pedagógico que está sendo desenvolvido.

Algumas metodologias privilegiam um determinado aspecto. Em outras, outro, ou outros aspecto(s) é o mais evidenciado. Por isso, antes de escolher uma metodologia, é necessário conhecer, e bem, as possibilidades, objetivos, bases teóricas e, principalmente, características de pontos, fortes e/ou fracos, das propostas existentes e conhecidas.

A presença da interdisciplinaridade nas propostas pedagógicas atuais tem sido notada como uma constante. O mesmo se repete nas diretrizes curriculares de artes visuais. Uma proposta de projeto pedagógico pode não ser feita com esta visão, e mesmo pode não pretender contemplar a interdisciplinaridade, porém as propostas em consonância com as diretrizes curriculares que, como já dito, orientam os projetos pedagógicos dos cursos de formação em artes visuais, têm se mostrado mais coerentes e efetivas no atendimento das necessidades contemporâneas de processos educativos mais efetivamente consistentes.

Trabalhar com interdisciplinaridade é bem mais amplo que “trabalhar com várias disciplinas” e entende que a mesma só se processa de houver, além do trabalho, uma real interação entre as áreas de conhecimento, no sentido de atendimento dos objetivos. Nas diretrizes Curriculares o item “Formas de realização da interdisciplinaridade” pede que sejam esclarecidas as proposições para que a interdisciplinaridade possa efetivamente ser contemplada.

V – Modos de integração entre teoria e prática.

Os projetos pedagógicos bem desenvolvidos devem apresentar bem definidas as separações e especificidades dos aspectos teóricos e práticos de um curso ou unidade de conhecimento, que esteja sendo tratado na proposta, assim como as formas de proporcionar a integração de ambas as áreas garantindo o atendimento dos objetivos da proposta.

Não é necessário haver, num projeto pedagógico, um item específico para este fim, se a proposta de trabalho contemplar uma temática em uma das áreas somente, mas é interessante, mesmo nestas ocasiões, ter ciência da necessária integração entre teoria e prática, mesmo que esta seja esperada como conseqüência do aprendizado.

Por exemplo, um curso/proposta de aprendizagem de uma técnica em especial, como uma técnica de pintura, pode não proporcionar, naquele momento, a integração com a teoria da pintura, mas é certo que deve refletir, como proposta, uma base teórica que sustenta o aprendizado e prática daquela técnica. O mesmo em sentido contrário. Uma teoria aprendida deve, em essência, proporcionar reflexos na prática á partir deste aprendizado.

VI – Avaliação.

As “Formas de avaliação do ensino e da aprendizagem”, faladas nas diretrizes curriculares é o item que costumamos chamar, de forma mais simplificada, de avaliação.

A avaliação, com seus critérios que devem ser bem claros, é o que permite, ao fim da aplicação do projeto pedagógico, dimensionar se os objetivos foram, ou não, atendidos ao longo da proposta. Apresentadas num projeto pedagógico, as formas de avaliação são variáveis e tantas quantas forem possíveis de acordo com os objetivos.

No entanto avaliação não é, nem deve ser “prêmio” ou “punição”. Cumprir uma etapa de uma proposta só deve merecer atribuição de valores se isto o cumprimento da etapa for condição para atendimento dos objetivos traçados originalmente.

Avaliar tem sido ao longo do tempo uma das principais dificuldades dos profissionais de educação. De arte/educação inclusive. Tanto que existem vários e vários volumes escritos sobre o tema. Independente do tipo que seja escolhido para avaliar uma proposta é importante ter em mente que a clareza de critérios de avaliação é fator preponderante de sucesso de uma proposta pedagógica. Qualquer uma. Para avaliar é preciso saber o que avaliar!

VII – Bibliografia

A bibliografia é uma listagem dos documentos utilizados como referência na construção da proposta de projeto pedagógico. É pela bibliografia selecionada que se constroem as bases de sustentação teórica com que a proposta dialoga para efetiva construção de conhecimento depois de realizado o percurso.

Há normas para a citação bibliográfica para os diversos tipos de materiais que podem ser vir de base de uma proposta. Livros, revistas, sites, discos e demais suportes e dispositivos multimídia, enfim, qualquer material utilizado como referenciação em uma proposta deve ser listado na bibliografia na forma como regulamente a ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas.

VIII – Esquema simplificado

Cada uma das áreas de um projeto pedagógico deve, em essência, atender e responder a uma questão específica:

  1. “onde estou?” – introdução.
  2. “onde quero chegar?” – objetivos.
  3. “por que fazer?” – justificativa.
  4. “o quê fazer?” – cronograma.
  5. “como fazer?” – metodologia.
  6. “deu certo?” – avaliação.
  7. “quem me ajuda?” – bibliografia

Um bom projeto pedagógico elabora e procura responder a estas perguntas como forma de roteiro ao percurso a ser percorrido na aplicação do projeto.

 


Jurema Sampaio é Mestre em Artes Visuais, especialista em Ensino e Produção de Arte, licenciada em Arte-Educação, Desenho e Artes Plásticas (PUC-Campinas). Atualmente cursa Doutorado. Professora Universitária.

http://aguarras.com.br/2009/08/24/o-que-e-um-projeto-pedagogico-em-artes-visuais/



Escrito por profª Sheila Suzano às 20:44
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Crie seu próprio personagem em formato cartoon!



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:52
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Arte para quê?

Moldura de fotos. Red Green Pencil



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:48
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Paper toy aos tubos

 

Fáceis de montar, criativos e bem caracterizados são os paper toys
 do designer Eduardo Souzacampus, que mantem uma galeria de
personagens pop como Heath Ledger The Joker, Super Mario Bros e 
Fred Flintstone, sem deixar de lado clássicos da música, como 
Confira outros personagens no site

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 22:03
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Monte sua Torre Eiffel



Escrito por profª Sheila Suzano às 09:08
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"Crie tirinhas e cartoons totalmente personalizados sem saber desenhar e coloque no seu blog, Orkut e outros."

ToonDoo é uma ferramenta perfeita para crianças, jovens e adultos, pois propicia um jeito muito fácil e divertido de criar cartoons totalmente personalizados, sem a necessidade de quaisquer habilidades em desenho.

Ele traz um ambiente completo para você soltar a imaginação e criar os mais variados tipos de tirinhas, onde é você quem define cada detalhe das cenas, sendo que os elementos já estão prontos para serem aplicados ao seu painel.

Você vai poder mudar os cenários e os personagens com liberdade total, como se estivesse criando um painel de colagens. Assim, não é necessário mais do que alguns minutos para formar historinhas de humor, suspense, romance, drama ou com mais quantos conteúdos que você imaginar.

Ao fim de cada criação, você ainda pode salvá-las na sua conta do serviço ToonDoo, para acessar sempre que quiser e também com a possibilidade de divulgá-las no site para que os outros usuários conheçam os seus potenciais "artísticos".

Como usar?

Ao entrar no site, você precisa apenas criar uma conta simples, contendo um nome, uma senha e o seu endereço de e-mail. Então, depois de se registrar, você já pode iniciar as suas criações clicando no botão "Create your own", pois não é necessário nenhum tipo de ativação da conta e você pode ir direto ao assunto.

Uma nova janela é aberta e nela você vai conferir um painel para selecionar personagens, fundos, balões de diálogo, objetos, animais e outros elementos do cenário, assim como vai poder acessar ferramentas para redimensionar, rotacionar, inverter e mudar a posição dos elementos na cena.

Você ainda pode criar personagens novos com personalização total, armazenando-os em uma galeria especial para depois aplicar às suas tirinhas. Dessa forma, vai poder escolher exatamente como os protagonistas das suas histórias vão ficar, incluindo como serão olhos, boca, nariz, formato da cabeça, roupas e até expressões faciais.
 http://www.toondoo.com/



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:52
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CRIE CRIATURAS TOY ART

* Links:


http://www.papercritters.com/pc.php

Site para criar  bonecos virtuais no estilo TOY ART e imprir em papel para montar . Experimente. É fácil e divertido.

Para interagir no site é preciso ter ou baixar o Adobe Flash Player 9.


http://readymech.fwis.com/

Neste outro site tem PAPER TOYS (Brinquedos de papel) prontos para imprimir e montar.


 

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:45
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Os sete pecados capitais

Hieronymus Bosch
Os Sete pecados capitais, 1480, óleo sobre madeira (mesa), 120 x 150 cm. Museu do Prado

Na obra Sete Pecados Capitais, Jesus Cristo se encontra no centro do painel, cercado por um largo anel dourado no qual está inscrito em latim: "Cuidado, cuidado, Deus vê". A esfera central tem a aparência de um olho humano, e Cristo estaria dentro da pupila. A imagem remete ao significado do olho de Deus, que tudo vê. No restante, temos a representação de cada um dos sete pecados capitais em cenas que poderiam ser vistas no cotidiano de sua região. Bosch escolhia para seus temas moralistas personagens de lendas, provérbios e superstições populares, dando-lhes um aspecto alegórico na representação.


Diga quais são os sete pecados capitais?

1- O mesmo que aversão ao trabalho, Indolência, Morosidade, Negligência, Moleza.

2- Sentimento que é uma  mistura de ódio e desgosto, provocado pela prosperidade ou alegria alheia. Desejo de possuir o bem que outro possui ou desfruta.

3- Comer e beber em excesso.  Apego exagerado às fartas iguarias.

4- Conceito elevado que alguém tem de si mesmo. Arrogância, amor próprio exagerado, o mesmo que orgulho.

5- Amor aos prazeres da carne. O mesmo que lascívia, libertinagem e corrupção.

6- Cobiça e apego excessivo ao dinheiro. Desejo intenso e violento de possuir alguma coisa, Concupiscência.

7- O mesmo que raiva, ódio, paixão que nos incita contra alguém, cólera, desejo de vingança.


Como seria a representação desses pecados, por imagens, levando em consideração

cenas do cotidiano? Você seria capaz de realizar esta tarefa? Mãos à obra.


Você seria capaz de listar algumas virtudes que possam fazer contraponto aos sete pecados? Prepare-se, e já...

Pesquise com amigos, na internet, e tente listar as sete virtudes.

Faça também com elas representação por imagens. Lembre-se: você pode recorrer à pesquisa inicial. Seja criativo. Sua imaginação é o que conta.

fonte Revista Educação em linha: autora Edwiges Rosalia Ferreira (Coordenação de Projetos Culturais da Seeduc)

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 14:55
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Veja Bem



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:54
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Faça você mesmo

Oficina do Cinema Girante


Material necessário
1 lata pequena (ervilha, milho, etc)
Elástico
Martelo
1 prego pequeno
Lápis de cor
Tesoura
Fita durex
Cartolina preta

 

O Espaço Ciência Viva é o primeiro museu participativo de Ciências do Brasil. Foi fundado por um grupo de cientistas, pesquisadores e educadores interessados em tornar a Ciência mais próxima do cotidiano do cidadão comum.

endereço:
Av. Heitor Beltrão 321 - Tijuca
Esquina da Rua Pareto
Próximo ao Metrô da Saens Peña



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:48
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Arte em dominó

Você já viu arte feita com dominó?

Descubra no site abaixo como esta Mona Lisa foi montada.

http://www.dominoartwork.com/index.html



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:09
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Cow Parade in Rio

 

Vamos aproveitar esta proposta e criar uma versão pocket?



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:47
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Descubra outras maneiras de ser criativo com jornal

Descubra outras maneiras de ser criativo com jornal.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:46
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TV-Atividades para pais e educadores

 

 Marcia Stein

Gerente de Educação da TVE Rede Brasil

 

 Análise comparativa

 

     Comparar, com os jovens, diferentes telejornais ou jornais impressos, mostrando como os programas jornalísticos, que a princípio parecem neutros, são carregados de intencionalidade e como todos os elementos narrativos mostram isso: na TV, os enquadramentos, o tempo dedicado a cada notícia, o texto, o visual e o tom dos apresentadores, os editoriais, a atitude dos repórteres nas matérias de rua; nos impressos, diagramação, posicionamento das notícias e das imagens na página e, em ambos os casos, escolha dos destaques.

 

 Produção de Textos

 

     Depois de assistir a programas de diferentes gêneros (novela, animação, documentário, filme de ficção, propaganda etc.), escolher um tema e sugerir a produção (se possível em grupos) de textos ou cenas sobre o mesmo tema, mas cada grupo buscando a linguagem de um gênero. Por exemplo, se o tema escolhido for um encontro entre duas pessoas que não se viam há muito tempo, um grupo pode criar uma cena de novela sobre o assunto, outro, uma notícia, outro, uma peça publicitária etc.).

 

 Esculturas com sucatas e desenho de perspectiva

 

     Pode-se criar uma "câmera" de TV com rolos de papel de sucata, buscando diferentes enquadramentos. Pode-se também propor desenhar algo ou alguém (um copo, um brinquedo ou mesmo um colega) a partir de diferentes pontos de vista (de perto e de longe, de cima, de baixo e de lado, de frente e de costas), mostrando que a perspectiva altera nossa percepção. É importante mostrar como isso acontece o tempo todo na tv, que cada enquadramento é um modo de mostrar a realidade, que tanto revela quanto oculta aspectos desta realidade.

 

Fotonovela e Quadrinhos 

 

     Após assistir a um filme, sugerir que os jovens recriem a história em outra linguagem, como, por exemplo, a das histórias em quadrinhos. Mas é importante desenvolver, antes, uma discussão sobre os elementos narrativos de cada suporte: no filme, usou-se cor, movimento, enquadramentos, som, etc. E nos quadrinhos, o que usaremos? Se não temos o som de forma direta, como vamos representá-lo? E o movimento? De que forma podemos explorar melhor o formato dos quadros, dos balões, das letras, os enquadramentos?

 

     Os pais podem fazer perguntas e questionamentos sobre o enredo ou personagens dos programas a que seus filhos costumar assistir, levando-os a pensar sobre o que vêem e ouvem. Os jovenss adoram mostrar seus conhecimentos dessa forma, e, mais ainda, adoram perceber o interesse dos adultos sobre o que lhes interessa.

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:02
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