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SABER





Escrito por profª Sheila Suzano às 12:19
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Escrito por profª Sheila Suzano às 19:48
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TÉCNICA PARA DESENVOLVER A CRIATIVIDADE

 

 O engenheiro Jairo Siqueira é expert em técnicas para desenvolver o processo criativo. 

Para Siqueiros o processo criativo tem sete princípios:

1- ter atitude

2- desafiar suposições

3- quebrar regras

4- não ter medo de errar

5- considerar que há mais de uma opção correta

6- evitar julgamentos

7- persistir.

Quais são os mais importantes?

 JAIRO SIQUEIRA: Em primeiro lugar, ter atitude. Se a pessoa não apostar na sua ideia, os outros seis princípios serão inúteis. Já o segundo mais importante é não ter medo de errar. O receio de fracassar e parecer incompetente nos leva a desistir antes mesmo de começar. Se a atitude é a centelha que acende a nossa imaginação, o medo é a água fria que a apaga.

Como o pensamento crítico pode ser um aliado da criatividade?

 SIQUEIRA: Ele é útil em dois estágios do processo criativo: no início, quando enfrentamos as suposições e preconceitos que bloqueiam os esforços de inovação, e no fim, quando temos de julgar o valor de diferentes ideias e tomar decisões. O pensamento crítico não deve acabar com as ideias, mas sim apontar como as melhores podem ser aprimoradas.

Por que sofremos bloqueios criativos?

 SIQUEIRA: Os bloqueios nos impedem de perceber corretamente um problema ou conceber uma solução. Enquanto alguns são criados por nós mesmos, motivados por temores, percepções, experiências e emoções, outros são fruto do ambiente, seja por preconceitos, tradição, regras, falta de apoio ou conformismo.

Como criatividade e inteligência se relacionam?

 SIQUEIRA: Segundo o psicólogo cognitivo Howard Gardner, criatividade não é resultado apenas do nosso Nível de inteligência, mas do nosso perfile da escolha de um campo de atividade compatível com ele. Ou seja: a criatividade floresce quando seguimos nossa vocação e aplicamos nossos talentos.

 

Fontes: Jornal O GLOBO e o site www.criatividadeaplicada.com

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:53
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Paulo Freire e a Educação



Escrito por profª Sheila Suzano às 16:42
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O Essencial é Invisível aos Olhos

"Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." (Antoine de Saint-Exupéry)



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:35
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Pintura de Giotto e Iluminuras



Escrito por profª Sheila Suzano às 16:29
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Arte figurativa e Abstrata



Escrito por profª Sheila Suzano às 15:28
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Leitura de imagens



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:51
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Pedras Portuguesas

A vida vem em ondas...

 

 

 

Em Portugal a chamada "pedra portuguesa", conforme a conhecemos, em calcita branca e basalto negro, foi empregada pela primeira vez em Lisboa no ano de 1842, por presidiários. O desenho foi uma aplicação simples, tipo zig-zag.

 

         No Brasil, a escolha de Pereira Passos para prefeito do Rio de Janeiro no Século XX veio abrir um novo ciclo de desenvolvimento urbano para a cidade. Pereira Passos arrasou o morro do Castelo, para criar a chamada Avenida Central, em 1905, que seria rebatizada de Avenida Rio Branco em 1912.

 

 Para calçar a nova Avenida, fez vir de Portugal um grupo de calceteiros portugueses e, também, as pedras portuguesas (calcita branca e basalto negro). A quantidade era enorme e, além de calçar toda a Avenida, com desenhos variados, conforme o local onde eram aplicadas; as pedras ainda foram calçar, em 1906, a Avenida Atlântica, construída também por sua iniciativa, viabilizando os bairros de Copacabana e do Leme através da abertura do túnel do Leme no início daquele ano.

 

Em Copacabana, o desenho das ondas, imitando o mar, ficou para sempre com a cara do bairro, tornando-se um logotipo internacional. O desenho foi trazido pelos calceteiros portugueses, mas não tinha então a volúpia curvilínea que se nota hoje.

 

As curvas das pedras de Copacabana só ganhariam os contornos mais delineados que têm hoje a partir de 1970, com o aumento da faixa de areia e o alargamento das pistas da orla.

 

      O paisagista, artista plástico e mosaicista Roberto Burle Marx foi chamado a refazer o calçamento de toda a extensão da Avenida e teve o bom gosto de manter o desenho original, apenas acentuando as curvas numa forma ainda mais sensual que o projeto de 1906.

 

Não é, propriamente, o autor do desenho, porque o novo design já fora empregado pelos próprios portugueses em outras calçadas de Lisboa; inclusive na pavimentação externa, do pátio do chamado Padrão do Descobrimento, próximo à Torre de Belém.

 

 

http://mosaicosdobrasil.tripod.com/id4.html

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:51
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Ler imagens

Alfabetização para a linguagem audiovisual

 

Marinete D´Angelo

 

     Diferentemente da linguagem verbal, a alfabetização para a linguagem audiovisual, que está presente no nosso cotidiano por meio das mensagens transmitidas pelo cinema, pela televisão e pela informática, precisa ser incorporada à prática pedagógica.

 

     A linguagem audiovisual é composta por outras três linguagens - verbal, sonora e visual - que, conjugadas, transmitem uma mensagem específica.

 

     A leitura dessa linguagem pressupõe o conhecimento dos seus elementos, seus códigos e processo de construção.

 

     É importante lembrar que toda informação é produzida por uma ou mais pessoas. Cada uma dessas pessoas imprime na mensagem o seu modo de ver o mundo, seus valores e convicções.

 

     Como a mensagem audiovisual contagia com sua linguagem afetiva, provocando emoção em forma exagerada, isto dificulta a reflexão sobre o que se está vendo. Além disso, a fragmentação da narrativa, interrompida pelos intervalos comerciais, somada ao bombardeio de imagens e informações, dificulta o processo lógico da reflexão.

 

     Intencionalmente ou não, pelo audiovisual vê-se a realidade através do olhar de outros, o que implica na necessidade de se fazer uma análise distanciada para que não se seja conduzido a conceitos previamente elaborados e tecnicamente construídos.

 

     A leitura é um processo ativo de construção de significados, realizado por um sujeito com uma certa história social, a partir de uma mensagem produzida num determinado contexto.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:19
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Vivemos em um mundo onde existem plantas, árvores, rochas, montanhas, rios, lagos, casas, edifícios, aviões, enfim, uma imensa quantidade de coisas. Boa parte desses objetos foram feitos pela natureza e muitos deles já existiam antes que o homem aparecesse na face da Terra. Outros, porém, foram criados pelos seres humanos e, nesse sentido, pode-se estabelecer uma distinção entre as coisas naturais e as culturais - aquelas criadas pela inteligência de nossa espécie.

O modo como entendemos e interpretamos esses dois mundos está diretamente relacionado aos signos que criamos para nos referir a eles - signos que, também eles, enquadram-se na categoria das coisas culturais.

Observe as imagens:
Reprodução
 
O Nascimento da Vênus, de Botticelli


Reprodução

 
Logotipo da Shell


Na primeira imagem, o objeto concha deve ser compreendido como símbolo da fecundidade, pois dele brota a figura da Vênus. Na segunda, por outro lado, ela é o símbolo de uma empresa. Em ambos os casos, a imagem da concha não remete à coisa que chamamos de concha no sentido literal, estrito, mas a um conjunto de significados relacionados a dois momentos distintos da história ocidental, o século 15 e o século 20. Nos dois casos, portanto, ela é um signo.

O signo é um objeto material que representa outro, isto é, está no lugar de outro, diferente dele mesmo. Veja outro exemplo:

 

CONCHA
No lugar do objeto real, está um conjunto de sinais gráficos, as letras, que pode ser decifrado por quem conheça o código, no caso a língua portuguesa. A linguagem é de natureza simbólica. Quando uma pessoa fala, escreve, desenha, pinta, compõe uma música está usando um conjunto de sinais - sons, letras, traços, cores - para expressar alguma coisa.

Quando compreendemos uma conversa, analisamos um desenho, observamos uma fotografia estamos decifrando códigos, que são do nosso conhecimento. Podemos dizer, então, que a linguagem designa a faculdade de que os humanos dispõem para se compreenderem por meio de signos.

Observe o quadro abaixo:


Reprodução
 
"Isso não é um cachimbo", de Magritte


Por que será que o autor deu esse título à sua obra? Talvez, ele tenha querido mostrar que tendemos a considerar os signos como se fossem o objeto real, não é mesmo?

Todo sistema de
comunicação é constituído por um código, que permite a troca de informações. Um código é formado por um conjunto de sinais, organizado de acordo com determinadas regras e em que cada um dos elementos tem significado em relação aos demais. Assim, para haver comunicação é preciso existir o conhecimento de um código pelas duas partes envolvidas na situação comunicativa: quem envia a informação e quem a recebe.

Veja também

Suely Aparecida Amaral*
(Especial para a Página 3 - Pedagogia e Comunicação- UOL)

 

*Suely Amaral é professora universitária, consultora pedagógica e docente de cursos de formação continuada para professores na área de língua, linguagem e leitura.



Escrito por profª Sheila Suzano às 16:48
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 Mais uma vez, os alunos que fizeram a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)

tiveram cartum e tira cômica como tema de questões.

Ler e interpretar textos visuais é uma das aptidões do exame do governo federal.

O uso de gêneros ligados a histórias em quadrinhos tem sido uma constante na prova.

Um dos testes da prova 2008 se pautou nessa tira de Hagar, o Horrível.

A questão aplicava conceitos ligados à área de variação lingüística.

 Nome dados às diferentes formas de falar,

que variam conforme uma série de fatores sócio-culturais.

Os avaliadores pediram que os alunos do ensino médio

dissessem em qual dos diálogos havia

um trecho coloquial ou informal de linguagem.

Acertou o estudante que respondeu

ser o conteúdo do primeiro quadrinho ("tá legal"; "espertinho").

Outro teste reproduzia o cartum acima,

feito por Laerte para a revista "Exame" de 28 de setembro de 2007.

O enunciado pedia que se respondesse qual das alternativas

trazia uma expressão popular que sintetizasse a idéia apresentada no desenho.

Tratava-se da primeira alternativa: "com perseverança, tudo se alcança".

 

Parte das questões da prova aplicada também se valia de recursos próprios à linguagem visual.

Um dos testes chegou a usar o termo "signo visual" no enunciado.

E muitas eram trabalhadas como um texto visual a ser lido e analisado.

A pintura de Debret, mostrada acima, é um caso assim.

Pedia-se que o estudante a observasse e indicasse

qual alternativa captava os elementos históricos presentes nela.

O trabalho é de 1834.

                                                              ***

O conteúdo do Enem tende a ecoar nas escolas de ensino médio.

Um dos objetivos da prova é avaliar o desempenho dos estudantes ao fim da escolaridade básica.

Tradução disso: textos visuais devem, em tese, ser trabalhados em sala de aula.

                                                             *** 

Esse raciocínio vale para os quadrinhos também.

Pelo que se lê na prova do Enem, espera-se que o estudante do ensino médio 

seja proficiente na leitura crítica dos diferentes gêneros dos quadrinhos. 

 Escrito por PAULO RAMOS no http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/index.html



Escrito por profª Sheila Suzano às 17:11
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Igualdade racial vai além da política afirmativas de cotas



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:49
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Por que é tão polêmico ensinar a teoria da evolução?

Vamos evoluir mais neste assunto, visite o endereço

 http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=246



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:42
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“DARWIN: Descubra o homem e a teoria revolucionária que mudou o mundo”

Representante oficial do Museu de História Natural de Nova York no Brasil, o Instituto Sangari trouxe, ao Rio de Janeiro, a exposição mundial de Darwin. Depois de grande sucesso em São Paulo, a exposição chegou ao público carioca, que terve a oportunidade de conhecer mais sobre a vida e a obra deste renomado cientista. A mostra recria a viagem de descoberta de Darwin, que transformou a percepção sobre a origem e a natureza das espécies, além de retratar aspectos exclusivos da passagem de Darwin pelo Rio de Janeiro em 1832, há exatos 175 anos. Mais informações em www.darwinbrasil.com.br  http://www.darwinbrasil.com.br/darwin/rj/index.asp



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:39
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Arte Rupestre

Os primeiros artistas foram os homens pré-históricos que na tentativa de representar o seu mundo, trivial e natural, imprimiram nas paredes das grutas e cavernas, onde habitavam, imagens de animais e cenas de caça, cujo significado real continua sendo um enigma até os nossos dias.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:26
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Mascotes de PEQUIM 2008

 
  • Beibei Jingjing HuanHuan Yingying Nini

As cinco mascotes dos Jogos Olímpicos de Pequim foram criadas com inúmeras interpretações. As Fuwa, como são chamadas, têm as cores dos cinco anéis olímpicos e levam uma mensagem de paz, amizade e boa sorte para todas as crianças do mundo.

Os próprios bonecos, que foram desenhados por Han Meilin e anunciados oficialmente em novembro de 2005, são representações de crianças. Eles também remetem a um animal e a chama olímpica: Beibei (um peixe), Jingjing (um panda), Huanhuan (a própria chama), Yingying (um antílope-tibetano) e Nini (uma andorinha) são os nomes dados às mascotes. Para completar, cada uma delas se refere a elementos da natureza, como terra, fogo, água, madeira e céu.

A intenção de ser politicamente correto é exposta no significado de todas elas. Dois dos bichos representados estão ameaçados de extinção: o panda e o antílope-tibetano. Este último ainda tem um teor diplomático, já que o Tibete vive em constante conflito com o governo central chinês pela independência da região do oeste do país.

O jogo de palavras também mostra a imagem da boa vizinhança chinesa. Se juntados os nomes das mascotes, eles formam a frase "Welcome to Beijing" em chinês (Bei Jing Huan Ying Ni ). Já Fuwa, na tradução, pode ser entendido como "bonecos da boa sorte".

Conheça a história de cada Mascote

Beibei

A mascote Beibei lembra um peixe, um dos símbolos da prosperidade chinesa. Ela também é a representação do elemento água, por isso remete aos esportes aquáticos. Assim como, o anel azul da bandeira olímpica (argola da Europa). Beibei foi apresentada como uma menina gentil e pura.

Jingjing

O panda Jingjing mostra honestidade e otimismo e representa os esportes que usam a força, como o judô e o levantamento de peso. Ele é o anel preto da bandeira olímpica (que simboliza a África) e tem como principal característica a felicidade. Entre os elementos da natureza, o seu é a madeira.

Huanhuan

Extrovertido e entusiasta, Huanhuan não é nenhum animal como os outros, e sim, a própria chama olímpica. A sua cor avermelhada representa a paixão e o anel da América na bandeira. Entre as modalidades, o boneco remete aos jogos com bola e tem o fogo como elemento principal da natureza.

Yingying

Ironicamente, Yingying é um animal em extinção (o antílope-tibetano) e tem como principal traço da personalidade a vivacidade e representa a saúde. Ele é o anel amarelo da bandeira olímpica (Ásia) e por causa do seu traço físico remete ao atletismo. Na natureza, o seu elemento é a terra.

AP

Nini

Nini é, como Beibei, uma menina (as duas únicas da turma) e traz o ideal de felicidade. A andorinha, animal que representa, carrega a personalidade inocente e alegre. Nos esportes, Nini remete à ginástica olímpica e tem o céu como elemento da natureza. O seu anel olímpico simboliza a Oceania.

Fonte de pesquisa:www.uol.com.br



Escrito por profª Sheila Suzano às 11:17
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Ópera de Beijing

Pintura Facial

Pintura facial

A Ópera de Beijing foi formada por volta do ano 1790, baseada em alguns tipos de óperas de outras regiões. Ela combina a arte musical, literária, a arte de cantar, de dançar e de pintar em si.

A arte de pintar é mostrada principalmente na pintura facial, que inclui vários tipos e numerosos desenhos.

Na Ópera de Beijing, a cor da pintura facial indica o carácter e a moralidade da figura. Fala-se simplesmente: a cara vermelha tem um sentido comendatório e determina que a figura seja uma pessoa fiel e corajosa; a cara preta é neutra, mostra que a pessoa seja corajosa e vigorosa; a cara azul e a cara verde são também neutras e determinam que o cara seja um herói da floresta, o que representa uma pessoa que lute pela justiça e protege as pessoas pobres e fracas; a cara amarela e a cara branca têm um sentido pejorativo, que representam pessoas fraudulentas e cruéis; a cara dourada e a cara de cor-de-prata mostram mistérios e representam deuses ou espíritos.

O jeito de pintar a cara demonstra o nível do carácter que a cor representa. Por exemplo, numa cara branca, o tamanho da área branca demonstra o nível de fraude da figura: quanto maior a área fica, mais fraudulenta a figura é.

 

Fonte de pesquisa:http://www.minhachina.com/bjopera.htm



Escrito por profª Sheila Suzano às 21:44
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contribuição da arte oriental

Conhecidas por sua cerâmica, as civilizações orientais têm enormes contribuições para a história da arte contada no Ocidente. Uma das técnicas mais desenvolvidas – a gravura – foi criada na China. A arte japonesa influenciou a obra de Toulouse-Lautrec, Monet, Van Gogh e Manet.

   Pintura em aquarela (Flor de lótus)

A temática das flores aquáticas está presente tanto na arte oriental quanto na arte impressionista de Monet.

 Pintura a óleo (Ninféas)



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:52
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Era Digital



Escrito por profª Sheila Suzano às 15:13
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A TV e quem faz TV

Marcia Stein

Gerente de Educação da TVE Rede Brasil 

 

 

     Assistir TV é bom? Faz bem? - é a pergunta que freqüenta debates entre pais, educadores, sociólogos, antropólogos, enfim, gente que se preocupa com causas que dizem respeito ao coletivo.

 

     Questões como a banalização da violência e da sexualidade pesam contra o veículo. Questões como a agilidade e o alcance da circulação de informações que o veículo proporciona pesam a favor. Essa balança de prós e contras costuma nortear infinitas discussões sobre a Questão da Mídia de Massa.

 

     Prefiro, eu, deste lugar de educadora atuante nos dois lados dessa história - dentro de uma TV pública e dentro de uma escola -, escolher outro enfoque para a discussão: vamos falar um pouco de responsabilidades.

 

     Até porque, antes de se adotar uma postura radical de ataque ou defesa, é preciso ter claro que a TV, em si, não é boa ou má: é um canal, um meio, um instrumento utilizado por pessoas - de um lado, os produtores, de outro, os espectadores.

 

     A qualidade da programação da TV depende dos indivíduos, dos grupos, das instituições responsáveis pela produção do material veiculado. E a qualidade da recepção desta programação depende do que nós, espectadores, fazemos com aquilo que a TV oferece; da forma como nos colocamos diante do veículo, das escolhas que fazemos, do que escolhemos ver e do que escolhemos não ver... Depende do tipo de espectador que escolhemos ser.

 

     No caso das crianças, estamos falando de espectadores em formação. Estamos falando de cidadãos em formação. E nesse caso é preciso, mais que nunca, falar de responsabilidades. Para que a criança possa tirar o melhor proveito da TV, é preciso que ela seja estimulada a se colocar ativamente com relação ao que assiste. Estimulada pela família, pelo ambiente em volta, pela escola...

 

     É importante que ela cresça entendendo a TV como mais uma janela privilegiada, que coloca o mundo ao nosso alcance, mas... uma janela que traz informação demais, deixando nas mãos do espectador a tarefa de selecionar, criticamente, dentre todo esse material, o que lhe interessa e então dele se apropriar com autonomia, convertendo-o em conhecimento.

 

     É importante que ela cresça entendendo que o que a TV mostra não é a realidade, mas, sim, um modo de vê-la, um ponto de vista, entre muitos outros possíveis.

 

     É importante, enfim, que os adultos responsáveis pela formação destes jovens cidadãos se comprometam, efetivamente, com este desafio. Vejamos alguns modos de se comprometer, em cada uma das instâncias:

 

     A família pode ajudar a formar espectadores críticos discutindo a programação, questionando o que a criança assiste - de forma construtiva e respeitosa, sem desmerecer gratuitamente suas escolhas -, estimulando sua curiosidade, desafiando-a a usar o que viu criativamente, instigando-a a recriar histórias, a brincar com o que viu, a ir além da TV. Os pais podem fazer perguntas sobre os programas, as crianças.

 

     A escola pode ajudar a formar espectadores qualificados, desvendando em sala os elementos que estruturam a linguagem da TV, propondo aos alunos atividades (ver dicas) em que eles se expressem por meio da linguagem audiovisual. Essa experiência os leva a fazer escolhas, e a entender que quem faz TV faz escolhas o tempo todo - o que mostrar, como mostrar - e ajuda a criar um olhar mais crítico com relação ao que vemos.

 

     A sociedade pode ajudar na construção de uma TV mais cidadã, mais comprometida com princípios éticos e democráticos, se colocando de forma mais política, organizando-se para fazer valer seu direito de cobrar das emissoras públicas e comerciais que elas pensem o espectador menos como consumidor e mais como cidadão.

 

     Portanto, quando me perguntam se acho que TV é bom, se faz bem, prefiro responder que depende de quem faz a TV - ou seja, depende de todos nós.



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:05
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