VER & SABER

VER



 
 

O romance do ponto e da linha

 

 

 

"O Ponto e a Linha" é um filme de animação dirigido por Chuck Jones (1965) e baseado no livro homónimo de Norton Juster (1963). O título deste livro é uma referência óbvia ao livro Flatland: Um Romance de Muitas Dimensões de Edwin Abbott.

O que pode fazer uma linha recta quando se apaixona por um ponto volúvel? Como reagir perante a adversidade de um amor não correspondido? Poderá a linha recta mudar de direcção? Quais são as potencialidades de uma linha com muita perserverança? Como uma linha  pode se exprimir?

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 19:43
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Igreja Barroca 360º

 

Você já foi a Igreja de São Francisco em Salvador na Bahia? Não, então vá.

Acesse o link e passeie virtualmente pelo interior desta bela igreja barroca brasileira.

Não deixe de apreciar o incrível teto ornamentado.

http://www.onzeonze.com.br/blog360/toursaofrancisco/index.html

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 19:21
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Eduardo Galeano e o mar

Diego não conhecia o mar.

O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar.

Viajaram para o Sul.

Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.

Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito

caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor,

que o menino ficou mudo de beleza.

E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:

Me ajuda a olhar!.

Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) jornalista e escritor uruguaio




Escrito por profª Sheila Suzano às 19:55
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Capela Sistina em 360º

 

Visita virtual na Capela Sistina 

Clique e arraste para passear pela capela e ver as maravilhosas pinturas.

Use a tecla + para ampliar as imagens.

No link http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:15
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Inverno de Arcimboldo em 3D

 

Para comemorar uma exposição das obras dos século XVI do artista Giuseppe Arcimboldo - o artista

 Philip Haas reproduziu  a pintura Inverno de Arcimboldo em uma escultura de 5 metros de altura em fibra de vidro.

  

 

    Escultura de  Philip Haas

Pintura original: "Inverno" de Arcimboldo  

 

  

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:34
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Toda criação deriva de outra?

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:11
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Teatro de sombras Contemporâneo

 

Animação com Performance de teatro de sombras

 Como rotular esta arte ... performance artística? Vídeo Arte? Animação ao vivo? 

O que quer que se queira chamá-lo, é visualmente interessante e muito criativo. 

Clique abaixo para ver este vídeo da artista Miwa Matreyek, que é a personagem sombra no vídeo.

 

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 21:05
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Pinceladas

"Um pintor não devia pintar o que vê, mas o que será visto"

Paul Valery

"Mistérios sempre há de pintar por aí..."

Gilberto Gil

http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/#mais-acessadas/46203



Escrito por profª Sheila Suzano às 19:33
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Escrito por profª Sheila Suzano às 22:55
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Guernica em 3D

 

 

Guernica é uma obra impactante, uma tela pintada a óleo, com 782 x 351 cm,

que Pablo Picasso pintou em 1937 para a Exposição Internacional de Paris.

a tela, em preto e branco, representa o bombardeio sofrido pela cidade espanhola

de Guernica em 26 de abril de 1937 por aviões alemães.

Atualmente está exposta no Centro Nacional de Arte Reinha Sofía, em Madri. 
A artista de Nova York, Lena Gieseke, que domina as mais modernas técnicas

de infografía digital, decidiu propor uma versão 3D da  célebre obra e colocá-la

na internet,  em forma de vídeo. O resultado é fascinante e nos permite visualizar

os detalhes que, de outro modo, nos passariam desapercebidos.   


Fonte: http://www.lena-gieseke.com/guernica/movie.html

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 20:02
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Escultura líquida



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:06
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Arte contemporânea

A arte contemporânea rompe as barreiras e expande os limites do que foi, do que é, e do que possa vir a ser arte. 



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:39
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TV educativa

"Para mim, a televisão é muito instrutiva. Quando alguém a liga,

corro à estante e pego um bom livro."

Groucho Marx



Escrito por profª Sheila Suzano às 19:59
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Teoria do caos

 

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 16:25
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Tipos de ilusão de ótica

O que você vê nem sempre é o que você pensa que é. Aprendemos a perceber ou entender o que estamos olhando.

Estas ilusões são classificadas em dois tipos principais: as óticas e as de adaptação. 
Tipos de ilusões de ótica: Ambígua, Escondidas, Impossíveis, Letras, Após Efeito, Anáglifas 3D, Estereogramas, Arte, Figura / Fundo. projeto

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:10
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O cliente tem sempre razão?

http://meandros.files.wordpress.com/2007/05/mafalda.jpg



Escrito por profª Sheila Suzano às 12:07
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Consumo Consciente

 

Somente o necessário

[balu]
Eu uso o necessário
Somente o necessário
O extraordinário é demais
Eu digo necessário
Somente o necessário
Por isso é que essa vida eu vivo em paz

Assim é que eu vivo
E melhor não há
Eu só quero ter
O que a vida me dá
Milhões de abelhas vão fazer
Fazer o mel pra eu comer
E se por acaso eu olhar pro chão
Tem formigas em profusão
Então, prove uma

[mogli]
Você come formigas?

[balu]
Tranquilamente...
E você vai adorar a coceira que elas dão

[baguera]
Mogli, cuidado!

[balu]
E o necessário pra viver
Você terá

[mogli]
Mas quando?

[balu]
Você terá

Eu uso o necessário
Somente o necessário
O extraordinário é demais
Eu digo o necessário
Somente o necessário
Por isso é que essa vida eu vivo em paz

Vejam o pica-pau, pau
Que só pensa em picar

[mogli]
Ai!

[balu]
Ele vai se dar mau, mau
Pra se alimentar
Não pique a pera no pé
Pois pera picada no pé
Nunca presta, pois é
Não vai dar pé
Você vai dar mal
Não pique essa pera como um pica-pau
Você entendeu esse angu?

[mogli]
Claro que sim, balu

[baguera]
Ah! puxa vida!
Isso até parece conversa de louco!

[balu]
Vamos, baguera, entre no compasso
E o necessário pra viver você terá

[mogli]
Está pra mim!

[balu]
Você terá

Já que você está aí em cima
Quer coçar meu ombro esquerdo, hein, mogli
Não, não agora o direito
Isso mesmo
Assim, assim
Isso é uma beleza
Isso é muito bom
Eu agora preciso arranjar uma árvore
Porque isso merece uma grande esfregadela

[mogli]
Você é gozado, balu

[balu]
Assim...
É uma delícia
Só um pouquinho mais



Escrito por profª Sheila Suzano às 17:22
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Vídeo aulas de História da Arte

 

Para quem quer  ver e saber mais sobre

Assista as Vídeo aulas com a professora Eliane Gomes no site

http://www.sampa.art.br/cursos/

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 19:58
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Pintura de Giotto revelada



Escrito por profª Sheila Suzano às 10:11
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Vídeo sobre a vida e a obra de Aleijadinho



Escrito por profª Sheila Suzano às 13:26
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Aprender a ver

"Aprender a ver é a mais longa aprendizagem de todas as artes."

Goncourt



Escrito por profª Sheila Suzano às 15:22
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Guernica animada

Veja o que acontece quando a mais famosas pintura de Picasso  resolvem interagir com outras obras do museu.



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:49
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Trans-ver o mundo

O olho vê
A memória re-vê
A imaginação trans-vê
É preciso trans-ver o mundo

Manoel de Barros



Escrito por profª Sheila Suzano às 17:59
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Escrito por profª Sheila Suzano às 09:32
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Pinturas sem personagens

O artista madrilenho José Manuel Ballester oferece um enfoque diferente de nove quadros fundamentais da pintura renascentista, ao eliminar pessoas e animais de paisagens criadas por El Bosco e Botticelli, entre outros, na exposição intitulada "Espaços Ocultos". Em fotos sobre papel e tela, Ballester apagou todo ser vivo desenhado por Brueghel, De Lorena, Patinir, Botticelli, Fra Angelico, Vermeer e El Bosco, no que ele considera "uma reconciliação entre o clássico e o contemporâneo". Dessa forma, "O Jardim das Delícias" de El Bosco se transforma em "O Jardim Desabitado", na versão de Ballester. "Esvaziar tudo permite descobrir elementos ocultos", disse o artista em entrevista à Agência Efe.

Fonte informação: http://mais.uol.com.br/view/1xu2xa5tnz3h/pinturas-classicas-renascentistas-perdem-seus-personagens-0402306EC0911326?types=A&

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:51
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Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta
e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa
a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora
do rush matinal..

Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente
ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores
violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num
instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3
milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde
os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar
um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem
etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas
vidas que são únicas, singulares e a que não damos a menor bola porque
não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós,
independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz
que você deve ter, sentir, vestir ou ser?

Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos
sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo
mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro.

Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no
meio do rebanho.

Mostra-nos, ainda, que a maioria das pessoas só valorizam aquilo que
está precificado

(e com a falsa ideia de que o que é mais caro é melhor...)

Veja a experiência, gravada em vídeo


http://br.youtube. com/watch? v=hnOPu0_ YWhw
<http://br.youtube. com/watch? v=hnOPu0_ YWhw>


"Cada gota de silêncio é a chance para que um fruto venha a amadurecer."

[ Paul Valéry ]



Escrito por profª Sheila Suzano às 08:25
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Olhos de ver

 

 

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: "Acho que estou ficando louca". Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. "Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto."

Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementales", de Pablo Neruda. Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".

Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.

William Blake sabia disso e afirmou: "A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê". Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.

Adélia Prado disse: "Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra". Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram".

Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, "seus olhos se abriram". Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em "Operário em Construção": "De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa - garrafa, prato, facão - era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção".

A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas - e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Os olhos não gozam... Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.

Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras. Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: "A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas".

Por isso - porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver - eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. Como o Jesus menino do poema de Caeiro. Sua missão seria partejar "olhos vagabundos"...


O texto acima de Rubem Alves foi extraído da seção "Sinapse", jornal "Folha de S.Paulo", versão on line, publicado em 26/10/2004.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 14:18
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 Quais as relações entre a música Francesa e a música Brasileira.

 



Escrito por profª Sheila Suzano às 07:37
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Como se forma o arco-íris?



Escrito por profª Sheila Suzano às 18:25
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DIREITOS HUMANOS



Escrito por profª Sheila Suzano às 16:12
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